Resident Evil, ou Biohazard (バイオハザード) no Japão, é uma série de jogos eletrônicos e franquia de mídia constituída por gibis, romances, filmes e uma variedade de coleções, incluindo figura de ação, guias de estratégias e publicações. A série foi criada por Shinji Mikami e desenvolvida pela Capcom, ela foi responsável por popularizar os gêneros de survival horror e Ficção científica, alcançando enorme sucesso (40 milhões de cópias vendidas até Maio de 2009.[1]
Esta franquia foi muito influenciada pelos filmes de zumbis de George A. Romero, e também pela série de terror Alone in the Dark para PCe a famosa personagem Jill foi original. Enquanto os jogos aderem a uma história mais consistente, existem alguns desvios do enredo do jogo nos filmes e nos livros, sendo considerados histórias paralelas.
Resident Evil foi lançado originalmente para PlayStation, possuindo versões para Sega Saturn, Dreamcast, Nintendo 64, Nintendo DS, PlayStation 2, Gamecube, Game Boy Color, Nintendo Wii, PlayStation 3, XBOX 360 e PC. personagens principais: Chris Redfield e Jill Valentine (os que começaram desde o jogo que inicia a série, Resident Evil 1 do PSX)
Visão geral
Resident Evil é baseado no jogo Sweet Home,[2] o qual é baseado no filme japonês, スイートホーム (Suiito houmu). Sweet Home foi lançado apenas no Japão em 1989 para o Famicom (Nintendo Entertainment System). Resident Evil herdou muitos dos elementos Sweet Home incluindo a mansão, os quebra-cabeças e até a tela de carregamento na forma de uma porta que se abre. Enquanto os jogos iniciais da série foram anunciados no mercado asiáticos e ocidentais sob o título "BioHazard", a ramificação americana da Capcom mudou o título para Resident Evil alguns meses antes do lançamento. Apesar de nenhum motivo oficial para mudança ter sido divulgado, é dito que o motivo para a troca foi referente a uma quebra de patente, provavelmente pelo fato do nome BioHazard nos EUA pertencer a uma banda.
Alguns fãs acreditam que o nome ocidental também veio de Sweet Home, porque, em um ponto desse jogo, os personagens se referem ao local como "The house of residing evil" ("A casa onde o mal reside"). Outros acham que o nome tem a ver com os moradores dos locais em que os personagens se encontram, dado que em todos os Resident Evil, os protagonistas são intrusos que entram em um lugar habitado por monstros (os residentes). No Resident Evil 1, era a Mansão Spencer. Em Resident Evil 2, seria a Delegacia de Polícia de Raccoon City. No Resident Evil 3, é toda a Raccoon City. No Resident Evil 4, um vilarejo nos confins da Espanha e no Resident Evil 5, uma pequena cidade na África. Alguns também afirmam que "Hospede Maldito" seria adequado ao vírus / parasita que está "hospedado" dentro dos seres infectados. O título acabou se mostrando bastante adequado a todas as hipóteses.
A maioria dos jogos da série são na perspectiva em 3ª pessoa, vendo os personagens por cima enquanto eles se movem por cenários pré-renderizados. Apesar de Resident Evil ter sido um dos primeiros jogos a usar este estilo de jogo nos consoles, a técnica foi primeiramente usada na série de jogos para PC, Alone in the Dark que também é citado como o primeiro jogo do gênero survival-horror. Esses cenários estáticos agradaram muito os fãs, apesar de CODE: Veronica, e, mais recentemente, Resident Evil 4 terem apresentados cenários em tempo real.
Alguns dos jogos permitem ao jogador escolher de um a dois personagens, os quais afetarão em que partes da história serão revelados segredos adicionais, pequenas missões, armas e finais destraváveis após completar o jogo com ambos personagens.
A série Resident Evil é controversa quanto ao uso de violência, mutilações e sangue, que são vistos por todo jogo, do começo ao fim. Cada jogo começa por uma mensagem avisando que "Este jogo contém cenas sangrentas e de violência explícita" ("This game contains scenes of explicit violence and gore"). Deve ser notado que a violência no jogo, diferente da série Grand Theft Auto, é praticamente exclusiva com os zumbis e mutantes não humanos, e, apenas duas vezes, o jogador teve que lutar e matar outro ser humano (os quais, em geral, eram vilões). De qualquer modo, os personagens controlados pelo jogador são humanos e suas mortes são bem detalhadas – especialmente no Resident Evil 4, onde o personagem principal pode ser decapitado, partido ao meio e outros detalhes. A tela de Game Over também acrescenta a isso as palavras "You Died" ou "You Are Dead" ("Você Morreu" ou "Você está morto") em uma fonte de sangue.
Além disso, controvérsias apareceram das negociações da Capcom com a Nintendo para tornar o título Resident Evil exclusivo do GameCube,[3] ao menos na história principal, após vários anos lançando o jogo para o PlayStation e os adaptando para outras plataformas.
[editar] Jogos
[editar] Série principal
Até 2006, foram lançados sete jogos da série principal, com um oitavo Resident Evil 5. Esse número exclui as numerosas edições atualizadas, adaptações e remakes de cada título.
Os primeiros três jogos são: Resident Evil, Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis. Todos foram lançados para PlayStation. O primeiro jogo foi adaptado para o Sega Saturn e, mais recentemente, para o Nintendo DS, sob o título "Resident Evil: Deadly Silence", enquanto ambos Resident Evil 2 (o único Resident Evil para Nintendo 64) e Resident Evil 3 foram lançados para o Sega Dreamcast e Nintendo GameCube. Todos os três foram adaptados para PC. Algumas dessas adaptações adicionam conteúdo exclusivo e características não presentes nos originais. A série completou sua sexta geração com Resident Evil CODE: Veronica para Sega Dreamcast. CODE: Veronica foi, posteriormente, adaptado para PlayStation 2 e, depois, para Game Cube, na forma de uma versão atualizada chamada Resident Evil CODE: Veronica X.
Depois de CODE: Veronica, o criador da série, Shinji Mikami, teve a controversa idéia de focar-se exclusivamente no Nintendo GameCube. Isso significou que o prólogo Resident Evil 0, o remake do Resident Evil original, Resident Evil, com novos gráficos e algumas novas locações e Resident Evil 4 eram jogos exclusivos do GameCube. Apesar da Capcom adaptar, em seguida, Resident Evil 4 para o PlayStation 2, uma adaptação do título foi feito para PC. E, recentemente, foi lançado, também, uma versão para Nintendo Wii.[4]
Uma adaptação melhorada do Resident Evil original para portátil, chamada Deadly Silence, foi lançada para Nintendo DS, para comemorar o aniversário de 10 anos da série. O jogo aproveita as capacidades únicas da tela sensível do Nintendo DS (e em uma parte, do microfone embutido). Os usos para a tela sensível incluem as seqüências de luta com facas, na qual os jogadores usam a tela sensível para atacar os inimigos, e alguns puzzles novos ou modificados que façam uso dela. O microfone é usado para reanimar companheiros por respiração "boca-a-boca" , quando ele é assoprado. Entre outras vantagens, o jogo inclui um mapa fixo, no qual o jogador pode ver, além do mapa, sua munição e seu sangue (baseado nas cores do fundo), sempre, e sua faca está sempre equipada (gatilho esquerdo).
O último jogo da série principal da franquia foi Resident Evil 5, lançado no dia 13 de março de 2009 até então para PlayStation 3 e XBOX 360 e terá uma versão para o PC, sendo lançada, a 18 de Setembro.
Titulo Ano Plataforma Original Outras Plataformas
Resident Evil 1996 PlayStation PC, Sega Saturn, GameCube, Nintendo DS, Wii
Resident Evil 2 1998 PlayStation PC, Game.com, Nintendo 64, Dreamcast, GameCube
Resident Evil 3: Nemesis 1999 PlayStation PC, Dreamcast, GameCube
Resident Evil Code: Veronica 2000 Dreamcast PlayStation 2, GameCube
Resident Evil Zero 2002 GameCube Wii
Resident Evil 4 2005 GameCube PC, Wii, PlayStation 2, Zeebo, Telefone celular
Resident Evil 5 2009 PlayStation 3, Xbox 360 PC
[editar] Série Gun Survivor
Estes são jogos relatados a Resident Evil que foram lançados pela Capcom como parte da série Gun Survivor no Japão. O estilo de jogo na série Gun Survivor é diferente dos jogos da série principal, nele a ação se dá na perspectiva de 1ª pessoa, na qual o jogador pode usar uma light gun (GunCon da Namco) além do controle (apesar desta característica ter sido inicialmente tirada do lançamento americano de Survivor). Note que o terceiro título de Gun Survivor (Dino Stalker) não é ligado a série Resident Evil, sendo baseado na série Dino Crisis.
Enquanto Gun Survivor não faz parte da série principal, alguns fãs consideram o jogo como sendo, devido ao Survivor original se passar em Resident Evil 0 (Sheena Island, local onde Survivor se passa, é dito como fonte da epidemia do T-Virus) e pelo fato do escritor da Flagship Noboru Sugimura (quem criou os cenários para Resident Evil 2, Code: Veronica e Resident Evil 0), também trabalhar na série Gun Survivor.
Até agora, todos os jogos Gun Survivor tiveram péssimas críticas,[5] mas que melhoram a cada título lançado. A série alcançou algo como um status cult – de certa forma respeitado, pela Capcom ter tentado criar algo novo usando tanto a Light Gun quanto a série em geral, mas declaradamente problemático, com controles ruins e gráficos totalmente inferiores.
Titulo Ano Plataforma Original Outras Plataformas
Biohazard: Gun Survivor 2000 PlayStation PC
Gun Survivor 2: Biohazard Code: Veronica 2001 Arcade PlayStation 2
Gun Survivor 3: Dino Crisis 2002 PlayStation 2 Nenhum
Gun Survivor 4: Biohazard 2003 PlayStation 2 Nenhum
[editar] Série Outbreak
Apesar do contrato de exclusividade (já não existente) com a Nintendo, a Capcom cuidou de lançar um título online da série Resident Evil, chamado Resident Evil: Outbreak para o PlayStation 2.
Localizado entre Resident Evil 2 e3, Outbreak permite ao jogador ver o ocorrido pela epidemia do T-Virus em Raccoon City pela perspectiva de outros personagens. O título foi seguido pela seqüência chamada Resident Evil: Outbreak: File 2.
Pela natureza única dos dois primeiros jogos, existem rumores que um terceiro título Outbreak está em produção[carece de fontes?], por personagens e dados terem sido descobertos nos games anteriores através de cheat. Apesar disto, nenhum plano de dar seqüência a série Outbreak foi oficialmente anunciada. Porém há uma petição feita por fãs do mundo inteiro pedindo uma continuação do jogo e que ele não seja canônico.[1]
Titulo Ano Plataforma
Resident Evil Outbreak 2003 PlayStation 2
Resident Evil: Outbreak: File 2 2004 PlayStation 2
[editar] Série Chronicles
Resident Evil: The Umbrella Chronicles tem de volta a experiência de passar por cenários já conhecidos de Resident Evil Ø, 1 e 3, além de descobrir como um Império chamado Umbrella começou a cair. Já no Resident Evil: The Darkside Chronicles o foco principal do game se retém aos eventos encapsulados por Resident Evil 2 e Resident Evil CODE: Veronica, além de um novo capítulo estrelando Leon na América do Sul, adicionando possíveis novas mudanças à lendária narrativa de Resident Evil.
Titulo Ano Plataforma
Resident Evil: The Umbrella Chronicles 2007 Wii
Resident Evil: The Darkside Chronicles 2009 Wii
[editar] Outros títulos
Em 2001, a Capcom lançou um título para Game Boy Color chamado Resident Evil Gaiden. O jogo não foi desenvolvido internamente por nenhum estúdio da Capcom, mas por uma desenvolvedora britânica chamada M4 Limited, apesar do criador da série Shinji Mikami supervisionar o desenvolvimento do jogo e Hiroki Kato, diretor de CODE: Veronica , escrever a história. O jogo era um RPG mostrando uma visão geral para exploração e em primeira pessoa para batalhas. Mostrando os eventos ocorridos após CODE: Veronica, Gaiden põe Barry Burton e Leon S. Kennedy investigando um cruzeiro (Starlight) infestado com armas bio-orgânicas enquanto trabalham para uma organização anti-Umbrella. Este jogo não é considerado canônico devido ao final trágico, em que Leon se infecta com uma doença desconhecida. Apesar desta doença nunca ter sido explorada nos games posteriores, quando Resident Evil 4 estava em desenvolvimento, Gaiden dá uma explicação ao porque de Leon, protagonista de ambos os jogos, estar com uma doença desconhecida em RE4 -- uma infecção causada pelo ataque de um mostro em Gaiden. Quando RE4 foi lançado, no entanto, foi revelado que a doença de Leon está relacionada a eventos dentro de RE4(pois foi contaminado pelos "Las Plagas" e logo após no mesmo jogo,curado) e não ligados a infecções em games anteriores.
A Capcom também lançou diversos títulos para celular no Japão baseados na série Biohazard.
Titulo Ano Plataformas
Biohazard i Survivor 2001 i-mode
Biohazard: Zombie Buster 2001 i-mode, Vodafone, au-phone
Biohazard: Zombie Shooter 2001 i-mode, au-phone
Resident Evil Gaiden 2001 Game Boy Color
Biohazard Assault: Nightmare 2002 i-mode, Vodafone
Biohazard 4D-Executer 2003 movie
Biohazard: The Stories 2005 i-mode
Resident Evil: The Missions 2005 Telefone celular
Resident Evil Confidential Report 2006 Telefone celular
Resident Evil: Deadly Silence 2006 Nintendo DS
Resident Evil: Genesis 2008 Telefone celular
Resident Evil: Degeneration 2008 Telefone celular
[editar] Títulos abandonados
* Resident Evil 0, Nintendo 64
Resident Evil 0 começou sendo produzido no Nintendo 64, e apresentava gráficos parecidos com os de Resident Evil 2 e 3. Os desenvolvedores acreditavam que o sistema de cartuchos do console iria ter um tempo de carregamento (loading) mais rápido, exigido pela troca de personagens no jogo.
A produção migrou para o Game Cube no meio de seu desenvolvimento, seguindo a tendência de outros que tiveram seu desenvolvimento movido do N64 para o GameCube, como Eternal Darkness e Dinossaur Planet. O enredo e no lançamento da versão para Game Cube foram praticamente intocados, apesar de Rebecca receber uma nova roupa (ela vestia originalmente uma boina branca e ombreiras, similar a roupa original de Jill Valentine) e dos gráficos terem sido melhorados para tirar vantagem do hardware do Game Cube. Muitos dos EX Files apresentados na versão para Nintendo 64 de Resident Evil 2, chamados Rebecca's Report e Mother Vírus Report, se ligam a eventos do Resident Evil 0. Muitas das variações posteriores do hardware do Nintendo 64 incluíam screenshots dessa versão de Resident Evil 0 com a frase "Coming Soon" ("Em Breve").
* Resident Evil, Game Boy Color
Uma adaptação para o Game Boy Color do jogo original para PlayStation, foi anunciada ao mesmo tempo da versão para Nintendo 64 de Resident Evil 0, com novos inimigos e formas de save a serem incluídos.[6] Embora a HotGen Studios, desenvolvedora da adaptação, ser capaz de recriar o estilo tridimensional do jogo original no hardware do Game Boy Color através de um processo de compressão de imagens, o projeto foi cancelado.[7] Assim que a HotGen Studios e a Capcom perceberam que o jogo seria de tão baixa qualidade para produzir, um título reserva, Resident Evil Gaiden, foi criado levando-se em conta os limites do Game Boy Color.[8]
* Resident Evil 2 (Protótipo), PlayStation e Sega Saturn
Também conhecido como Resident Evil 1.5, a primeira tentativa para uma seqüência do Resident Evil original, foi vista uma versão para PlayStation aparentemente 80% pronta e a apenas um mês do lançamento, a Capcom abandonou o título.
A equipe de desenvolvimento foi refeita, começando a produção do zero. A equipe pegou emprestado os personagens do protótipo, chamados Leon S. Kennedy e Marvin Branagh (o policial que morre na delegacia no começo do jogo. Branagh originalmente sobreviveria ajudaria Leon a escapar junto com Ada, mas ele morre na nova versão). Visivelmente ausente está Elza Walker que era a heroína do protótipo. Ela foi substituída pela muito parecida Claire Redfield na versão final.
Personagens coadjuvantes da história incluem os Birkins (William, Annette e Sherry), Ada Wong (a qual seria originalmente uma pesquisadora) e Robert Kendo (o dono da loja de armas, que seria uma ajuda importante na história de Elza). Brian Irons, o delegado, também aparecia no protótipo, mas não seria o vilão que foi na versão final. A principal mudança foi a moderna delegacia em comparação com a versão mais sombria da mesma na versão final. O protótipo também incluía esgotos, cadeias e laboratórios, no qual o último foi reaproveitado na versão final. Criaturas mostradas no protótipo incluíam aranhas humanas, gorilas zumbis, zumbis policiais diferentes e uma versão diferente da criatura com o G-Vírus.
Foi comentado que o jogo teria alguns bônus, como granadas de mão e coletes. Também foi comentado sobre melhorias gráficas, como um jato de sangue que espirraria e ficaria na roupa do personagem quando se disparasse contra um inimigo a uma curta distância.
O jogo, porém, não tinha o sistema em que a história de um personagem afetaria a de outro. Em vez disso, os enredos de Leon e Elza seriam independentes um do outro (assim como os de Chris e Jill no original), com múltiplos finais dependendo da sobrevivência do outro personagem.
A arte Conceitual para o jogo foi divulgada através de vários materiais ligados a série Resident Evil. Também, partes do jogo foram mostradas no disco bônus Biohazard: Complete Disc na versão Dual Shock do Biohazard: Director's Cut no Japão. Pedidos para uma versão jogável do game de uma ou outra forma foram mal sucedidas também.[9]
Alguns desenhos e mídias do protótipo foram deixados na versão final de Resident Evil 2 na forma de arquivos não usados.
Além disso, uma versão de Resident Evil 2 foi anunciada para o Sega Saturn, enquanto o protótipo estava em desenvolvimento para o PlayStation. Quando a versão para PlayStation foi abandonada, a versão para Sega Saturn também foi deixada de lado, apesar de continuar incerto se ela se quer tenha começado.
Depois da era do Sega Saturn, Capcom re-anunciou o Resident Evil 2 para o Saturn baseado no novo Resident Evil 2 que utilizaria seu novo cartucho de 4MB. Este também foi cancelado, com os desenvolvedores dizendo que não seriam capazes de capturar a qualidade da versão para PS one.
Um website chamado Bio-Flames está pedindo para terminar o prototipo de Resident Evil 2 para ser lancado como bonus em algum jogo da capcom.
* Resident Evil 4, GameCube, PlayStation 2, Nintendo Wii & PC
O jogo Devil May Cry foi originalmente criado para ser uma seqüência de Resident Evil mas o jogo passou por muitas mudanças radicais e foi considerado muito distante da série. A idéia original do jogo era estrelada por um policial europeu chamado Dante (que é o mesmo nome do personagem principal do jogo final) que é enviado para investigar um castelo que foi infestado por B.O.Ws. Muitas das criaturas do Devil May Cry final foram planejadas para serem monstros criados por um novo tipo de vírus.
Mais tarde, Resident Evil 4 teve seu lançamento oficial no Game Cube. A versão para este console passou por três diferentes fases durante o desenvolvimento, cada uma com uma premissa diferente, antes de Mikami decidir se encarregar da produção e criar o atual Resident Evil 4.
O primeiro protótipo do jogo, conhecida pelos desenvolvedores como "Fog Version", (algo como "versão névoa"), mostrando Leon lutando com um suposto fantasma em forma de névoa. Isso era para ser o resultado de sua infecção com o Progenitor Vírus, coberto pelos Resident Evil 0 e pelo remake do Resident Evil original.
O segundo protótipo, a "versão do homem gancho" ("Hook Man version"), mostrando a luta de Leon contra inimigos sobrenaturais, incluindo bonecas que ganhavam vida, armaduras (que na verdade fizeram uma aparição na versão final), e pelo já mencionado "homem gancho" (uma obscura, ensangüentada e muito ferida silhueta/humanóide (dependendo da versão vista) que carregava uma corrente e um gancho consigo). Cenas do jogo desse protótipo pode ser vista no Biohazard 4 Secret DVD e espalhadas pela internet.
A terceira versão (e a proposta final antes da versão lançada) mostrava os zumbis como inimigos (de novo) e descrevia os eventos que levaram ao fechamento da Umbrella, algo apenas mencionado na versão final. Esta versão não durou muito, rejeitada pelos desenvolvedores como muito "manjada".[10]
[editar] Livros
A série de livros Resident Evil, escrita por S.D. Perry, foi adaptada da série original de jogos (apesar de outros livros terem sido escritos por outros autores, baseados dessa vez nos filmes). Apesar dos livros seguirem o enredo dos jogos fielmente na maioria das vezes, certos detalhes e partes do enredo são diferentes das do jogo, por isso eles não podem ser considerados dentro da cronologia dos jogos, formando, portanto, um universo à parte dos jogos, com eventos similares, mas sem em nenhum momento se misturarem. Junto a isso, S. D. Perry também escreveu dois livros originais de Resident Evil, passados entre eventos ocorridos em certos jogos.
[editar] Adaptações do jogo
* The Umbrella Conspiracy - Adaptação do Resident Evil original. Escrito por S.D. Perry, 1998, ISBN 0-671-02439-6.
* Caliban Cove - Um livro original, contando a história passada na ficcional ilha de Caliban Cove. O livro mostra Rebecca, em uma tentativa de deter um cientista de disseminar uma forma modificada do T-Virus, com a ajuda de uma unidade norte americana da S.T.A.R.S. Escrito por S.D. Perry, 1998, ISBN 0-671-02440X.
* City Of The Dead - Adaptação de Resident Evil 2. Escrito por S.D. Perry, 1999, ISBN 0-671-024418.
* Underworld - Um livro original que mostra Claire, Rebecca e Leon Kennedy na tentativa de fechar a Umbrella antes que suas armas biológicas sejam lançadas. Alguns sobreviventes da S.T.A.R.S. norte americana aparecem neste livro. 1999, ISBN 0-671-024426.
* Nemesis - Adaptação de Resident Evil 3: Nemesis. Escrito por S.D. Perry, 2000, ISBN 0-671-178496-X.
* Code Veronica - Adaptação de Resident Evil Code: Veronica. Escrito por S.D. Perry, 2001, ISBN 0-671-78498-6.
* Zero Hour - Adaptação de Resident Evil 0. Escrito por S.D. Perry, 2004, ISBN 0671785117.
[editar] Adaptações do filme
A segunda série de livros sobre Resident Evil, baseada nos filmes, foi escrita por Keith R.A. DeCandido.
* Resident Evil: Genesis - Adaptação do primeiro filme. Escrito por Keith R.A. DeCandido, 2001, ISBN 0-743-49291-9.
* Resident Evil: Apocalypse - Adaptação do segundo filme, Resident Evil: Apocalypse, os eventos em cada um são histórias alternativas dentro da linha de tempo de Resident Evil 3: Nemesis. Escrito por Keith R.A. DeCandido, 2004, ISBN 0-743-49349-4.
Em um interessante momento de contradição, os livros de DeCandido parecem se referir que os eventos em Resident Evil: Genesis se passam entre os jogos Resident Evil e Resident Evil 2, apesar de Paul W.S. Anderson insistir que o primeiro filme precede os eventos ocorridos no primeiro jogo. De qualquer jeito, esse pode ser considerado um tabu, desde que isso foi determinado por muitos que o livro e os filmes ocupam seus próprios enredos alternativos, fora da história dos jogos.
[editar] Adaptações japonesas
Junto com os livros acima, vários livros sob o título Biohazard foram publicados no Japão, incluindo traduções dos livros de S. D. Perry e DeCandido. Abaixo, uma lista de livros originais lançados no Japão:
* Biohazard: The Beginning - Um livro original, lançado como parte integrante do livro The True Story behind Biohazard, publicada pela Capcom. A história serve como um prólogo para o primeiro jogo da série. No livro, Chris Redfield investiga o desaparecimento de seu amigo Billy Rabittson, um empregado da Umbrella. Escrito por Hiroyuki Aniga, 1997.
* Biohazard: The Beast of the North Sea (バイオハザード―北海の妖獣; Biohazard Hokkai no Yôjû) - Escrito por Kyu Asakura, 1998, ISBN 4-087-03067-9
* Biohazard: to the Liberty - Escrito por Suiren Kimura, 2002, ISBN 4-840-22093-X
* Biohazard: Rose Blank - Escrito por Tadashi Aizawa, 2002, ISBN 4-840-22080-8
* Biohazard - Adaptação Japonesa não ligada ao livro de DeCandido. Escrito por Osamu Makino, 2002, ISBN 4-043-52204-5
[editar] Graphic novels
A série de quadrinhos de Resident Evil: Code Veronica foi escrita por Lee Chung Hing, e publicada pela DC Comics.
* Book One, 2002, ISBN 1563898993
* Book Two, 2003, ISBN 1563899191
* Book Three, 2003, ISBN 1563899205
* Book Four, 2003, ISBN 1563899213.
[editar] Crítica
Apesar dos fortes elementos de terror uma classificação para Adultos que limita o público, todos os jogos da série principal de Resident Evil foram lançados com críticas positivas. Muitos dos jogos, notavelmente o Resident Evil 3: Nemesis, foram homenageados com muitos prêmios "Jogo do Ano" [11] e muitas vezes postos na lista de "O Melhor Jogo Já Produzido".[12]
Uma crítica comum a série são seus puzzles (quebra-cabeças) estranhos, aleatórios e as suas localizações. Se falando em Code: Veronica, o site Gamecritics escreveu que o jogo " continua uma experiência amplamente dirigida por puzzles (ao contrário de dirigida pelo enredo)." [13] A Capcom tem sido elogiada, no entanto, por fazer uma tentativa de exclui-los ou melhor integra-los no jogo, com a IGN escrevendo que os puzzles de Resident Evil 4 "não são tão obscuros que não possam ser compreendidos e de fato muitos deles são claramente infantis." [14] De qualquer forma, muitos fãns sentiram que o Resident Evil 4 simplificou de mais os princípios básicos da jogabilidade, os puzzles eram excessivamente fáceis de resolver e não precisavam de inteligência, o sistema de arquivos que deveria ser usado para ser o plano de fundo do jogo foi freqüentemente usado para recauchutar eventos que acabaram de acontecer, e a jogabilidade básica era muito simples e repetitiva, muitas vezes pedindo que você apenas matasse inimigos para progredir. Fãns também criticaram a história de Resident Evil 4 pela sua falta de ligações com os jogos anteriores da série.
Um fato que dividiu a comunidade de fãs de Resident Evil por anos foi a discussão sobre qual o "melhor" Resident Evil. Apesar de Resident Evil 4 ser estatisticamente o melhor pelas notas da crítica,[15] alguns acham que ele está muito longe de um fim da série e não o consideram um " verdadeiro" Resident Evil, e isso gera muita discussão entre os fãs da série.
Resident Evil 4 parece o primeiro de uma nova saga que promete continuar com Resident Evil 5. Resident Evil 5 foi motivo de criticas alegando racismo por ser ambientando na africa.
[editar] Em outros jogos
Devido à popularidade da série Resident Evil, a Capcom incorporou referências a série e mais atualmente, até crossovers com seus personagens em outros de seus títulos. Outras companhias, tais como a SNK Playmore e Namco, também incorporaram referências à série.
* Trick'N Snowboarder (Tricky Sliders) - Um jogo de snow board para PlayStation, tendo Leon, Claire e um policial zumbi de Resident Evil 2 como personagens destraváveis
* Pocket Fighter - Um jogo de luta de Super Deformeds estrelando personagens de Street Fighter e Darkstalkers. Em um de seus combos, Chun Li esta vestida como Jill Valentine em sua farda da S.T.A.R.S. O final de Akuma no jogo também mostra uma cena na qual ele luta contra zumbis vestidos como os do Resident Evil' original '.
* Dino Crisis - Um jogo de survival horror dirigido por Shinji Mikami, muitas vezes considerado como parente da série Resident Evil. Logotipos da Umbrella podem ser vistos em certas caixas.
* Marvel vs. Capcom 2 - Um popular jogo de luta foi adaptado para muitos consoles, Marvel vs. Capcom 2 apresentava uma extensa gama de personagens da Marvel Comics e da Capcom. A Jill Valentine de Resident Evil era um desses personagens, com movimentos especiais incluindo uma habilidade de chamar zumbis e lançar corvos e Cerberus para causar dano. De seus três super combos, dois deles eram lançar uma série de foguetes do lançador de foguetes do RE1, e chamar um Tyrant para retalhar o oponente.
* SNK vs. Capcom: Card Fighters Clash - Um card-game para o Neo Geo Pocket Color. Card Fighters Clash apresentava várias cartas baseadas nos jogos da Capcom e da SNK, incluindo cartas da Jill Valentine, Leon S. Kennedy, Claire Redfield e de um zumbi. A seqüência (Card Fighters 2: Expand Edition) incluía Chris Redfield e Nemesis ao elenco.
* Under the Skin - Uma das fases dessa comédia de ficção científica para PS 2 se passava em uma paródia da conhecida Raccoon City, e apresentava muitos dos personagens de Resident Evil 3: Nemesis, incluindo Jill Valentine e Carlos Oliveira, além do próprio Nemesis.
* Namco x Capcom - Um RPG de estratégia para PS 2. Bruce McGivern e Fong Ling de Resident Evil: Dead Aim eram mostrados, além de outros personagens da Namco e Capcom.
* Viewtiful Joe: Double Trouble - Uma continuação da série Viewtiful Joe para Nintendo DS continha uma fase baseada na série Resident Evil, apresentando músicas de fundo da série, inimigos inspirados nos de RE (como uma miniatura de Cerberus) e imagens dos personagens ao fundo..
* Dead Rising - Uma nova série de jogos da capcom sobre um shopping infestado por zumbis, onde um restaurante tem o nome de Jill's Sanduiches que tem relação com a famosa frase de Barry Burton em "resident evil: remake" onde o mesmo fala que jill viraria um sanduiche, pois quase foi esmagada.
* MegaMan Legends 2-É citado num cartucho de videogame escrito Resident Evil 44.
[editar] Protagonistas
Apesar do grande número de personagens e todos eles possuindo certa importância, os 5 que a Capcom tem como protagonistas numa visão geral da série são :
* Chris Redfield : Ao total, Chris protagonizou três games da série principal (Resident Evil 1, Resident Evil Code: Veronica e Resident Evil 5) e um da série Chronicles (Resident Evil The Umbrella Chronicles). Resident Evil 2(Jogável em um extra), e futuramente fará uma participação em Resident Evil The Darkside Chronicles.
* Jill Valentine : Jill protagoniza dois jogos da série principal (Resident Evil 1 e Resident Evil 3 Nemesis) e um da série Chronicles(Resident Evil The Umbrella Chronicles). Também aparece em Resident Evil 5.
* Leon Scott Kennedy : Leon protagonizou dois jogos da série principal (Resident Evil 2 e Resident Evil 4), além de também protagonizar um jogo da série Chronicles(Resident Evil The Darkside Chronicles), um Side Story chamado Resident Evil Gaiden e um longa metragem de computador (Resident Evil: Degeneração).
* Claire Redfield : Protagoniza dois games na série principal (Resident Evil 2 e Resident Evil Code: Veronica), um da série Chronicles (Resident Evil The Darkside Chronicles) e outro da série Survivor (Resident Evil Survivor 2).
* Carlos Oliveira : protagonizou um game na série principal (Resident Evil 3 Nêmesis), umda série Chronicles (Resident Evil The Umbrella Chronicles) e tem aparição nos filmes Resident Evil: Apocalypse e Resident Evil 3: A Extinção .
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